Archive for 2006

PDM #1

É com imenso prazer que publico o Periódico Ditorelo de Música #1.

Nesse periódico pretendo divulgar e emitir opiniões sobre artistas das mais várias culturas para que a gente não se limite só ao óbvio.

Nessa edição:

- Apresentação do projeto
- Heldon – França – Rock Eletrônico
- Kora Jazz Trio – Papua Nova-Guiné e Senegal – Jazz
- Splean – Rússia – Pop Rock
- Eastern Youth – Japão – Hardcore
- Trio da Pazz – Brasil – Jazz

Caso queira ser incluído na lista de recebimento deixe um comentário nesse post ou mande um e-mail para dafreire at gmail.com

Para fazer o download: PDM #1.pdf pdf icon small.png

Viva a Música! Diogo Freire 29 Dec 2006 No Comments

Os Infiltrados

Fazia algum tempo que não via um bom Blockbuster. Ultimamente tava numa onda semi-alternativa, que tinha expandido meus horizontes (!) um bucado. E nada de novo que saia por aí parecia interessante.

Fomos lá pro cinema Usiminas Belas Artes Cinema. Pausa de mínima aqui: O filme estava com um ruído horrível. Eu consegui abstrair por vários momentos, mas as cenas de momentos de silêncio (primordiais ao filme) ficavam chiando horrores. Recomendo que se algo do tipo aconteça no começo de algum filme que você for assistir por lá você procure a Kelly (diretora, supervisora, responsável, ou algo do tipo) e peça sua entrada de volta e vá pra outra sala ver o filme. Esse cinema já está sendo boicotada pelo seleto grupo a qual pertenço. :P

Foco. Foco.

O filme é fodaço. Gostei do enredo, do desenrolar e das atuações. Ele quase fica cansativo, devido à sua extensão. Quase. Scorsese valoriza os diálogos e as situações limite. Apesar de um filme policial ele tem relativamente pouca ação. Tem muito papo e bastante muita confusão.

O enredo do filme é interessantíssimo e abre leque para situações sensacionais. Leonardo DiCaprio era pra ser um policial mas não podia por causa do histórico de sua família. Daí eles o infiltram na gangue de Jack Nicholson, o bam bam bam do crime organizado de Boston. Enquanto isso, o mesmo chefão infiltra um pupilo (Matt Damon) na polícia.

Com isso, os diálogos se vão do tipo a polícia falando que “um informante nosso descobriu que a gangue vai fazer x”, e vem alguém da gangue e manda que “um informante nosso na polícia descobriu que eles descobriram que vamos fazer x” e aí a polícia vira e “ficamos sabendo que a gangue ficou sabendo que eles vão fazer x”. É lógico que assim parece idiota. A coisa é muito bacana e vai te dando mais agonia a cada muito. A situação só vai se apertando, e você torce pro mocinho que faz parte dos bandidos. O final deixa a desejar, mas tem sentido.
Nota +87 para o filme. Destaque especial para as atuações e para a edição. Pipocão mas com estilo.
carne_tremula.jpg

Os Infiltrados
Título Original: The Departed
Diretor:
Martin Scorsese
País: EUA
Ano: 2006
Elenco: Jack Nicholson, Leonardo DiCaprio, Matt Damon, Martin Sheen, Mark Wahlberg, Anthony Anderson, Alec Baldwin, Vera Farmiga

Sétima Arte Diogo Freire 28 Dec 2006 No Comments

Carne Trêmula

Aproveitando que estou de molho, vou tentar colocar em dia uma listinha de filmes que está por aqui para ser comentada. Comecemos por ninguém mais, ninguém menos (tarárárárárárárárá) que Carne Trêmula do Sir Almodovar.

Eu não só lá muito sabido desse cara. Tudo que sei é a paixão pela polêmica e algumas viagens sem sentido. Dele, só trazia a carga de Que fiz eu para merecer isto? ( ¿Qué he hecho yo para merecer esto!!, 1984 ), o que era uma boa referência.

Carnê Trêmula começa com uma história normal. Com pessoas que você pode encontrar na rua. Com uma idéia que pode acontecer de verdade. Um entregador de pizza apaixonado por uma drogada. Um escândalo. Dois policiais, sendo um deles corno e bêbado. Uma confusão e um tiro. Pronto. Dá-se o enredo e o desenrolar bacana do filme.

A grande sacada do filme é que ele deixa o tempo todo o clima inicial no ar. O final é quase sacado. Mas os entremeios te supreendem, fora as revelações bombásticas (dignas de 15 minutos finais hollywoodianamente falando) no meio do filme. Vale muito a pena pela história e até por algumas lições de moral um pouco obscuras mas presentes.

carne_tremula.jpgAos pouquinhos tô sendo introduzido em Almodovar. A proximidade com o real, as cores, os diálogos, as surpresas. O cara é muito foda. Merece um +83 por essa obra, muito bem recomendada.

Carne Trêmula
Título Original: Carne Trémula
Diretor:
Pedro Almodóvar
País: Espanha
Ano: 1997
Elenco: Javier Bardem, Francesca Neri, Liberto Rabal, Ángela Molina, José Sancho, Penélope Cruz

Sétima Arte Diogo Freire 26 Dec 2006 1 Comment

Visão

Com a reestruturação de lugares aqui na empresa me dei bem. Tenho uma das mais privilegiadas vistas da cidade com apenas uma girada de -47° de cabeça. Dá pra ver o centro e a região norte de Belo Horizonte bem pra caramba.

De quebra, eu vejo tudo o que o meu professor de geografia me falou sobre nuvens.

Viva a ciência experimentativa!

Lava roupa todo dia Diogo Freire 26 Dec 2006 No Comments

Proverbio #2

Os medíocres, cuja perpetuação está assegurada, olham com ódio aqueles cuja personalidade torna ainda mais apagada sua insignificância.

Incomodou a caixola Diogo Freire 26 Dec 2006 No Comments

Loucuras de Natal

Ontem, no domingão-véspera, parei para dar uma breve vizualizada no Faustão. Três dúvidas:

- Ouvir o Faustão falando “Isso é importante! Gratidão é raro nesse meio” é estranho ou eu que sou chato?
- Será que o Faustão não tem internet? Orkut? Acessor? Amigos? Ninguém nunca vai falar com ele que ele não é legal e que interromper as pessoas no meio da frase a cada frase é um saco? Que saco!
- A Cláudia Leite tenta imitar a Ivete Sangalo ou é um padrão de fabricação bahiano?

Era pra entender? &Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 25 Dec 2006 No Comments

Arrumação de Fim de Ano

Arrumar o quarto após 1 ano de esquecimento é uma tarefa assaz divertida. As coisas que você vê são incríveis!

Trilha sonora sugerida para tal tarefa, em modo shuffle de preferência: Ao vivo em Salvador – Ivete Sangalo, Acústico I e II – Zeca Pagodinho, MTV ao Vivo em Ouro Preto – Skank.

Algumas coisas são muito curiosas, e merecem ser comentadas.

- Eu não tinha percebido a quantidade de livros que adquiri por essa ano, uma vez que estavam todos perdidos pelo quarto. A minha prateleira engordou um bucado. :D

- Se eu não tivesse adquirido a prática de todo semestre me livrar de alguns papéis desnecessários, hoje talvez eu já colecionasse 12,7 toneladas de papel meu quarto. Entre propagandas e velhos documentos, a soma é assustadora.

- Poeira é uma coisa cruel, em vários sentidos. Ela se junta nos lugares mais estranhos. Algumas coisas que ficaram esquecidas no ano passado já englobaram a poeira como parte de si mesmas. Encardiu e não sai mais.

- Arrumar a bagunça é uma boa sugestão para achar coisas perdidas pra sempre, como o seu título de eleitor. Além disso achei o meu mouse normal, que já está em funcionamento. (Após um ano de uso de um trackball, não recomendo ele pra ninguém). O último achado feliz foi meu carregador de celular! Que beleza! :)
- Por que a gente guarda tanta coisa dizendo que é bom guardar? Tais coisas nunca se fazem necessárias. Esse ano resolvi apertar o filtro e nussa! Quanta coisa que eu vi que é bobagem. Sempre fica uma ou outra que você tem um apego. Masss…

Agora vou pra bateria. Ela é uma parte chatinha de limpar, por causa do tanto de pormenores, mas é a mais divertida. Após uma porrada de espirros e uma leve deixada nos armários e gavetas para depois (isso é, ano que vem, talvez) vou me acabando.

Essa parada de energia é estranha. Já sinto uma nova idéia no quarto. Mais ar.. mais luz.. sei lá…

Lava roupa todo dia Diogo Freire 25 Dec 2006 No Comments

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