Bom, bom, bom… é, não vou falar que tô sumida por que até Papai Noel notou isso… =D
Acabei de ler o post do Diogo e fiquei pensando sobre responsabilidades (tá, antes eu pensei mais na parte que pessoas como ele e os advogados que resolvem os problemas dos imbecis, visto que minha mais nova meta é fazer direito).
Mas voltando a história das responsabilidades, cheguei a conclusão que esse “trem” é… bom, no momento uma merda, principalmente quando ela é amiga intima da palavra prioridade.
Responsabilidade+prioridade… combinação explosiva quando você tem metas, sonhos e vontades. Mas não há tempo de colocar tudo isso em prática, já que você tem a responsabilidade de cumprir as prioridades. E assim a vida vai passando, dia após dia, com pouca graça e um sentimento brochante de que você está fazendo apenas o que é preciso, como um robô que existe apenas para manter a ordem. O diferente, o genial, o inovador fica para segundo plano, para depois das prioridades.
Sonhos e vontades deviam ser sempre prioridades, mas não são. Só que sem estes ingredientes que a responsabilidade insiste em dizer que “melhor deixar para depois”, a vida fica gris, sem vontade e sem motivação.
E vira um circulo vicioso, já que é neste momento que a responsabilidade perde sua maior aliada: a motivação. Como cumprir bem as nossas responsabilidades sem a picada dessa mosquinha azul chamada motivação?
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Neste ponto do post, reli o que escrevi, e como futura adEvogada, vi que muita gente pode questionar e dizer que metas e responsabilidades podem andar juntas. Não, não podem quando o que tem que ser feito é algo tão grande e repetitivo que não sobra tempo de fazer outra coisa. As 8 horas destinadas ao trabalho vão embora e o que você queria tanto fazer fica pro outro dia (no caso, para UM outro dia. Sim, o tempo, assim como o artigo, são totalmente indefinidos).
E você é vencido pela carga dos dias, pela maré de coisas a serem repetitivamente feitas. E ai você se entrega, pois as vontades estão longe demais e a responsabilidade+prioridade tomou conta de seus dias. Você se torna mais um apático na multidão. Alguém que acorda, trabalha, almoça, trabalha e vai pra casa. Os dias são sempre iguais.
E o mundo perde mais um potencial, mais uma força ímpar capaz de transformar tudo ao redor. E a transformação, como sabemos, é um jogo de dominó, onde uma peça bate na outra e desencadeia mais mudanças.
De vez em quando, ascende uma luzinha na cachota e um sonho ou vontade é lembrada. Ao ligar o computador e ler seus e-mails, você vê que só resta anotar em um papelzinho e colar no monitor o que foi lembrado. Quem sabe assim não esqueceremos do que queremos realmente fazer, e não do que temos a fazer.
Acho que este post ficou grande demais e talvez, até incompreensivel aos olhos de terceiros.
Mas para mim, faz todo o sentido do mundo.