Archive for January, 2006

Pã, pãpã!

Desde de ontem que a Dona Beatriz tá me preenchendo a paciência pra entrar no site do Jornal Hoje pra ver uma matéria onde, segundo ela, “misturaram Mozart com samba”. Eu lá, com um olhar meio desconfiado, e até medroso, resolvi atender os pedidos e correr atrás da matéria. Lá pelas tantas descobri que não tinha nada a ver com Jornal Hoje, e sim Jornal Nacional, e a matéria é essa aqui:

Mozart com samba: aprovado
Clique aqui para baixar o MP3

Tá. Tudo bem. Ficou bom sim. A experiência é valida, apesar de não harmoniosa. Eu gostei. Abrasileirou a brincadeira (ou austriacou[?] o samba), e talvez essa seja uma forma de introduzir música boa no ouvido dos foliões que sambam ao som de funk, e acham isso a coisa mais linda do mundo.

Agora, que é estranho é. É igual cavaquinho no Metal. Encaixa, fica diferente, engraçado e dá pra brincar, diverte e desperta a curiosidade. Mas não é nato. Não faz parte. Talvez seja questão de costume mais que tudo. Mas não deixa a moda pegar muito não, por favor. Senão vira zona, já dizia Paulinho da Viola.
Mas afinal de contas, isso é música. Tem que experimentar mesmo. Alguns erros ficam sensacionais!

Experiência apoiada! :D

Incomodou a caixola & Viva a Música! Diogo Freire 29 Jan 2006 8 Comments

EBAAAA!!!

A NBC resolveu compensar toda a minha revolta em saber que Lost (que, diga-se de passagem, tá ultra-mega-super-hiper-superdenovo-chuchubeleza-foda na segunda temporada) vai ser passado pela Globo (dublado, e com, certeza absolutézima, cortes).

New ‘Friends’ Returns To Screen

Será mesmo que a senhorita Aniston (que tava empatando a parada) resolveu ligar o phodda-se e esquecer o senhor Pitt com nosso amigo divertidão e amante dos dinossauros Ross?

Três vivas! Viva, Viva, Viva! Tomara que isso não seja hoax… não não não! :)
E Vafanapolli! :D

P.S.: Temas memoráveis: Smelly Cat

Lava roupa todo dia & Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 27 Jan 2006 3 Comments

Suuuuuuucessooo!!

everton.jpgTá bom.. tá bom.. como música essa prática é completamente reprovável. Mas é que é comédia é pra se mostrar.

Após Neísa, a Pantera, e a sua super-jabuticaba, nos aparece, como novo candidato a música mais ridícula de toda a eternidade o senhor Everton.
Com letras de alto impacto, e arranjos a lá Trenzinho Musical, o cara promete. Muito! Destaque pra “Vou te deletar do meu Orkut” e “Coração de Silicone”.

Quem será que gosta disso, hein? Kakinho Big Dog fez escola mesmo.

Pooooooowwwwwweeerrrrrr-Pooooooiiiinnntttt!

Viva a Música! Diogo Freire 24 Jan 2006 3 Comments

Gênesis, Capítulo 1

14 E Deus prosseguiu, dizendo: “Venha a haver luzeiros na expansão dos céus para fazerem separação entre o dia e a noite; e eles terão de servir de sinais, e para épocas, e para dias, e para anos.
15 E terão de servir de luzeiros na expansão dos céus, para iluminarem a terra.” E assim se deu.
16 E Deus passou a fazer os dois grandes luzeiros, o luzeiro maior para dominar o dia e o luzeiro menor para dominar a noite, e também as estrelas.
17 Assim, Deus os pôs na expansão dos céus para iluminarem a terra
18 e para dominarem de dia e de noite, e para fazerem separação entre a luz e a escuridão. Deus viu então que [era] bom.
19 E veio a ser noitinha e veio a ser manhã, quarto dia.

Tá vendo? LUZ. Deus fez o maldito Sol só pra gente saber que é dia. Ninguém na Bíbila fala nada de calor, suor ou 5 litros de água por dia. Fala única e exclusivamente de LUZ. Nada mais além disso. Nem pra isso essa estrela maldita serve mais, depois da invenção do relógio (que não o de sol, óbvio e evidente).
Desde o início dos tempos que as coisas não funcionam como deveria. Onde rola o Procon Celeste?

Bicho, QUE CALOR DUZINFERNO, literalmente.

Lava roupa todo dia & Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 23 Jan 2006 4 Comments

Devaneios de uma mente cansada

Bom, bom, bom… é, não vou falar que tô sumida por que até Papai Noel notou isso… =D
Acabei de ler o post do Diogo e fiquei pensando sobre responsabilidades (tá, antes eu pensei mais na parte que pessoas como ele e os advogados que resolvem os problemas dos imbecis, visto que minha mais nova meta é fazer direito).

Mas voltando a história das responsabilidades, cheguei a conclusão que esse “trem” é… bom, no momento uma merda, principalmente quando ela é amiga intima da palavra prioridade.

Responsabilidade+prioridade… combinação explosiva quando você tem metas, sonhos e vontades. Mas não há tempo de colocar tudo isso em prática, já que você tem a responsabilidade de cumprir as prioridades. E assim a vida vai passando, dia após dia, com pouca graça e um sentimento brochante de que você está fazendo apenas o que é preciso, como um robô que existe apenas para manter a ordem. O diferente, o genial, o inovador fica para segundo plano, para depois das prioridades.

Sonhos e vontades deviam ser sempre prioridades, mas não são. Só que sem estes ingredientes que a responsabilidade insiste em dizer que “melhor deixar para depois”, a vida fica gris, sem vontade e sem motivação.

E vira um circulo vicioso, já que é neste momento que a responsabilidade perde sua maior aliada: a motivação. Como cumprir bem as nossas responsabilidades sem a picada dessa mosquinha azul chamada motivação?

——

Neste ponto do post, reli o que escrevi, e como futura adEvogada, vi que muita gente pode questionar e dizer que metas e responsabilidades podem andar juntas. Não, não podem quando o que tem que ser feito é algo tão grande e repetitivo que não sobra tempo de fazer outra coisa. As 8 horas destinadas ao trabalho vão embora e o que você queria tanto fazer fica pro outro dia (no caso, para UM outro dia. Sim, o tempo, assim como o artigo, são totalmente indefinidos).

E você é vencido pela carga dos dias, pela maré de coisas a serem repetitivamente feitas. E ai você se entrega, pois as vontades estão longe demais e a responsabilidade+prioridade tomou conta de seus dias. Você se torna mais um apático na multidão. Alguém que acorda, trabalha, almoça, trabalha e vai pra casa. Os dias são sempre iguais.

E o mundo perde mais um potencial, mais uma força ímpar capaz de transformar tudo ao redor. E a transformação, como sabemos, é um jogo de dominó, onde uma peça bate na outra e desencadeia mais mudanças.

De vez em quando, ascende uma luzinha na cachota e um sonho ou vontade é lembrada. Ao ligar o computador e ler seus e-mails, você vê que só resta anotar em um papelzinho e colar no monitor o que foi lembrado. Quem sabe assim não esqueceremos do que queremos realmente fazer, e não do que temos a fazer.

Acho que este post ficou grande demais e talvez, até incompreensivel aos olhos de terceiros.

Mas para mim, faz todo o sentido do mundo.

Era pra entender? & Incomodou a caixola Daphne Barros 19 Jan 2006 2 Comments

Aonde isso vai parar?

Me chegou eu da rua, ligo a tevelisão e está me passando Vila Nova e Ituiutaba, pelo campeonato mineiro.
Enquanto mordia o meu fake McChedar (pão de forma, alface, maionese e queijo chedar), tomava meu fake Sprite (limonada de limão capeta! :D ) e observando replays, elementos gráficos, estatísticas, narrador, jogadores, jogadas, juiz, e tudo mais, me indaguei, num momento quase Socrático:

É o Fifa que tá ficando parecido com esse jogos reais ou são os jogos reais que tão ficando parecidos com o Fifa?

Incomodou a caixola Diogo Freire 18 Jan 2006 No Comments

Aviso: Post Pesado

Tô muito puto, e muito triste. De verdade. Dá vontade é de mandar todo mundo tomar naquele lugar, de peito estufado. Qualé? Que merda é essa? É pra fazer inferno na Terra? Então beleza. Pode ter certeza que se é pra colocar alguém na bosta, eu sei sou extramamente bom, obrigado, e partindo desse princípio o bicho vai pegar.
Até que horas a gente vai continuar com essa de querer tirar proveito da bondade alheia? Até quando a gente não vai cumprir com aquilo que nos propomos? Até quando essa disgraça de mundo vai se contentar com a mediocridade e com a felicidade pessoal acima de qualquer coisa? É muito difícil usar o cérebro? É muito difícil querer mais sem ter que pisar na cabeça de alguém?
Sim, sou exagerado mesmo. Isso é comumente visto como responsabilidade, palavra essa que traz uma grande proporção de respeito agregada, principalmente consigo mesmo. Tô cansado de lidar com a burrice (sim, burrice) alheia. Iniciativa? Reflexão? Esforço? Porra nenhuma. Alguém, em algum momento vai resolver isso por você. E são pessoas como eu, ou advogados, geralmente, que fazem isso. Os idiotas ou artistas na pilatragem do mundo. E viva a inércia!
Tô num momento que até minha própria cabeça me resolve me deixar na mão na hora que eu preciso. Ando me perguntando se inconscientemente não tô virando só mais um imbecil como todos no mundo. Talvez seja melhor, duma ótica mais otimista, visão essa difícil ultimamente.
Tô aí. Pode testar, até quando quiser. Eu sou resistente. Sou comumente vitorioso pelo cansaço. Mas sou rancoroso pra caralho pra o que de ruim vem de quem não tem o mínimo de consideração e respeito comigo. Como a galera fala, não custa nada tentar… Adoro ver o desenrolar das histórias, principalmente onde os mocinhos se fodem no final.

Mas aí vem a pergunta que não quer calar: E daí?

Era pra entender? & Incomodou a caixola & Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 16 Jan 2006 2 Comments

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