Archive for May, 2006

Comédias cotidianas

Encorajado por aquele que talvez seja o ser mais sortudo com atendimentos de telemarketing vim aqui reportar algumas das experiência que passei na sexta (26/05) e hoje ([editado] 29/05) com algumas financeiras. O meu objetivo era descobrir detalhes, tarifas, filosofia e entremeios técnicos para que eu pudesse implementar soluções para diversificar a forma de pagamento para um e-commerce. E vamos, dando nomes aos bois:

Amex: Uma das poucas que tem um pouco da informação que eu buscava no site. Já por telefone, é uma das empresas pipoca-doce. Te joga de um lado pro outro com a maior educação possível, sempre dizendo que aquele setor é de alguma coisa nada a ver com o que você precisa. Me passaram uns 7 telefones diferentes, pra no final eu voltar para o 2o. que eu tinha ligado. Readapatando meu questionamento consegui arrancar a informação que precisava. Até aqui, nada que um operador de telemarketing não consiga entender. Nesse ponto, descobri que o problema sempre é nossa. A gente que não sabe perguntar a coisa de uma forma que eles possam achar no sistema. E isso mudou a minha vida. Mesmo. (Graaaaannnddeeeee Sérgio!!)

Dinners Club: Tá aí uma empresa que conheço pouco, e pelo que sei só grã-fino que mexe com ela. Pra inicio de conversa, é possuidora de um dos sites mais meia-bocas da história, que não contribui em nada na vida de pobres mortais. É. Talvez faça algum sentido.
Para tentar resolver o meu problema com a Dinners, peguei o telefone de atendimento de aeroportos, que é um dos únicos que constam no site. Lá, pedi o telefone geral de informações da Dinners. Liguei, caindo na área de comunicações de furto, e fui informado que eles não sabiam o que eu precisava. Ouvi um “Vou te transferir para a área correspondente.” e esperei. De repente: “Comunicações de furto, Fulana, Boa Noite!”. Questionando-a sobre o equívoco, fui transferido novamente. E novamente caí na área de comunicações de furto. Desisti e resolvi buscar vida nova. Desliguei, liguei novamente e fui pra outro menu. Caí no mesmo lugar. Pedi transferência. Caí na primeira atendente de todas (Daniela, se não me engano). Ao dizer pra ela que eu estava sendo pipocado e precisava de uma solução ganhei um dos maiores esporros telemárticos da minha vida. Resolvi que não merecia ouvir desaforo, interrompi, mandei ela à merda de uma forma educada e parti pra próxima. Depois disso, me lembrei da mocinha gritando do outro lado da linha, e percebi que em algum momento ela disse que era da central de furtos da Mastercard…

Redecard: Chegando à essa página vejo que é aqui que alguns dos meus problemas se resolveriam. Navegando um pouco vi que ela é a responsável pelo sistema de vendas da Mastercard, Maestro é Dinners Club. Tudo fazia sentido agora. Aqui aprendi a nunca confiar em informações de aeroportos.
O pessoal da Redecard é direto. Só fui transferido 1 vez e cheguei onde precisava. O problema é que eles não possuem 0800 nacional (ou seja, dá-lhe interurbano) e além disso falaram que não poderiam resolver o meu problema sem que eu já fosse filiado. No máximo, eu poderia agendar uma visita de um representante e aí sim ver o que eu faria.
Esse povo que não sabe ganhar dinheiro é foda. De fato, tem coisas que o dinheiro não compra.

Visanet: Aqui vem a minha babação de ovo. Essa foi a única empresa que não demonstrou preguiça em me fornecer o que eu precisava. Com uma única transferência pra uma gerente ultra-simpática em São Paulo, fui informado de tudo e ainda ela me ofereceu um ingênuo e-mail com todas e mais algumas informações necessárias para que a solução fosse implementada. Fabuloso! E ainda ouvi um “Meu filho também chama Diogo… Ai! Ele é lindo!”. Ganhei o dia. Afinal, a vida, é agora. (que coisinha besta em ficar usando essas frases da propaganda, né?)

Daí em diante saí do mundo cartãozístico e fui pro mundo banquístico:

Banco do Brasil: Treinando aqui a minha prática aprendida na Amex, passei algum tempo tentando fazer com o que o pessoal do atendimento entende-se o que eu precisava. Tentei falar várias vezes “e-commerce”. Só quando falei “comércio eletrônico” que a coisa andou. Isso que dá ficar querendo falar bonito.
O Banco do Brasil também tem um site bem bacana que dá todas as informações necessárias para essa solução.

Bradesco: Nada de mais, nada de menos. A central não sabe de nada e só passa telefone da “agência mais próxima” pra gente. Como o “gerente de pessoas jurídicas” não estava lá, não fiquei sabendo de nada útil. Que pena.

E pra fechar o dia, tinha que descobrir como faz pra um site buscar o seu endereço quando você informa somente o CEP.

Correios: A típica empresa circo, só que você não paga pra ser divertido uma vez que o telefone é 0800. As informações no site não eram muito claras, então resolvi ligar. Os atendentes são bem tapados. Na primeira tentativa fui informado que “Os Correios não trabalham mais com o sistema de CEP, senhor”. Mas hhheeeiiinnn?
Após algum custo, bastante uso de sinônimos, eufemismos e afins, descobri que a solução tinha um nome. E aí mais uma vez as coisas funcionaram, pois eles agora conseguiriam achar a pergunta na base de dados.
Só pra cair matando nerdemente, quando perguntada sobre a plataforma do banco de dados ouço um “MS-Acéssis 2000″, termo usado para descrever o MS-Access (|akcéss|) da Microsoft. Tudo bem. Ninguém é obrigado a saber falar inglês. Mas foi divertido ouvir isso da boca de uma atendente do “Suporte Técnico à Soluções Eletrônicas” dos Correios.

Enfim. Viva o país do atendimento porco! Aeeeewwwww!!!!

Lava roupa todo dia & Pô! Peraê, carambola! & dábliu-dábliu-dábliu Diogo Freire 29 May 2006 3 Comments

Meeeuuuuuuu, fillllhhooo vai teeeerr…

Em um típico dia que eu poderia ter ficado dormindo em casa, dei uma entrada no Terra e me achei a seguinte chamada:

Filho diz que Renato Russo foi burro.

A frase “chocante” me chamou a atenção pra típica reportagem supérflua, mas que interessa a quem interessar. E me interessou.

Fui fã da Legião Urbana e adjacências exatamente na idade que Giuliano se encontra hoje. Dos 16 aos 18 anos. Renato liderou uma galera que veio de uma corrente fim-de-ditadura, e soube bem retratar a idéia de revolta e vontade de mudar o mundo. E essa é bem a fase que vivi naquela época, e que acredito muitos outros também. E esse é um dos motivos que faz com o que o que ele cantou de forma direta reina até hoje.

O que acho divertido nisso tudo é que a reportagem tenta o tempo inteiro não comparar os dois. Não dizer que o filho vai seguir os passos do pai. Mas acaba por mostrar um filho com um caminho e idéia de vida muito parecida com a do pai, e mais madura no meu modo de ver, a partir do momento que é visível que o muleque aprendeu com os vacilos que conheceu em casa.

É uma comparação imbecil, mas o pessoal de Brasília nada mais fez que dizer de forma escarrada e imensamente mais pobre o que Chico Buarque e Geraldo Vandré, entre outros, tiveram que esconder de forma magistral nas suas músicas no período militar. E nada mais fácil do que o protesto mastigado e pronto pra engolir. Afinal de contas, dá mais emoção gritar as frases fortes do Rock-Punk brasiliense.

A linhagem revoltada brasiliense é muito legal. A maioria da galera era filho de diplomata, político e tudo mais. E o que a galera fez com Sex Pistols, Talking Heads, Ramones e facilidade com as palavras marca pra caramba. Tem hora que eu acho até que Capital Inicial (que aliás, acaba de relançar um disco do Aborto Elétrico) e Plebe Rude influenciaram o Cobain em certos momentos. Mas chega de especular bobagem.

O que é claro é que a idade trás uma certa conformidade. Eu, já com pouco tempo a mais de vida não tenho tanto amor pela causa Pop-Rock nacional anos 80, apesar de saber que ela tá adormecida em algum canto. Outra é que as bandas que de lá nasceram e tinham a típica imagem do roqueiro revoltado tocam o melhor do Love-Rock nacional hoje, e pousam de boyzinhos. Tem coisas que só o dinheiro faz por você…

Literatura recomendada: O Diario da Turma 1976/1986: A Historia do Rock de Brasilia
Dica piratarística: Se você não tem grana, assim como eu, vá à Leitura do BH Shopping passar um tempo. Esse livro está na sessão de música há uns 2 anos. E eu já li ele todo. (eu me devo 15 chibatadas por contar isso…)

Incomodou a caixola & Lava roupa todo dia & Viva a Música! Diogo Freire 25 May 2006 5 Comments

Gugu-dadá

E depois não somos o país da piada pronta…

Funerária oferece enterro gratuito a Garotinho

Num sei a que pé anda essa greve (thanks Iza…) de fome. Mas é típico de menino mesmo. Só levar ao Máqui Donalds e dar um lanchinho feliz que passa.

Birra de criança é foda.

Alguém já viu pobre fazer guerra de fome? (MST não vale…)

P.S.: Até hoje, o único poderoso sem sobrenome que eu conheci de respeito foi o Dadinho. Que depois até desfez desse apelido, e virou Zé Pequeno. O problema é que o sobrenome do cara é Garotinho. Que dó.

P.S. 2: Eu não sei se eu deveria, mas ri um bucado quando li a declaração de imposto de renda da figura. Alguém compartilha dessa diversão ímpar comigo?

Incomodou a caixola & Lava roupa todo dia & Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 19 May 2006 3 Comments

Viva a Bó-ssa-ssa-ssa!

Essa semana o bicho pegou. De fato. Só um E.T. pra não ter ouvido falar da zona em São Paulo. Mas isso é o que acontece quando se junta um monte de Corintianos (eita piadinha imbecil…). Mas o negócio foi sério. Vergonhoso. Imbecil. Não acompanhei a finco, mas pelo pouco que ouvi falar, o bicho pegou, como já disse.
Especulei com amigos um bucado de coisa. Entre algumas, das mais absurdas às mais sensatas, algumas que eu assino em baixo, outras que dou risada, ouvi:

  • Tá certo mesmo. Só assim pra galera acordar e tomar alguma atitude.
  • Tem que pegar aqueles cujos crimes são provados e graves, colocar numa cela é falar: “A cada um que morrer na rua, morre 10 aqui dentro”. Filmar a execução com requintes de crueldade, e exibir na Globo.
  • Cadê um golpe miilitar nessa hora?
  • Direitos Humanos de c* é rola. Tem que descer a bala sem dó. Eles não têm dó na hora de matar.
  • País de merda. Estados Unidos é que é bom. Lá não rola x nem y. E aqui é essa bosta.
  • Era de se esperar. Os caras vivem em condições sub-humanas. Tinham que se revoltar mesmo.
  • É culpa do governo que não paga salários dignos pra policiais.
  • Isso vem de berço. Não dá educação, acaba nisso.
  • Se o Rio entrar na parada, a gente tá fudido.
  • Puta que pariu!
  • [...]

Eu prefiro não opinar. Afinal, a gente já tá cheio de filósofos, demagagos e anti-patriotas pra falar bobagem sobre qualquer coisa, antes de olhar pro próprio umbigo. Sou um dos revoltados filósoficos. Falo bastante, ajo pouco. Tento reclamar com prudência. Não tenho vergonha do nosso país, nem de quem somos. Na maioria, somos meio tapados e passivos, mas somos gente bacana e interessante. Temos muita coisa boa por aqui (“aqui”, é o Brasil), e é aí que eu busco ir. Não acho que me adaptaria bem em outro lugar, pelo simples fato de ser daqui. Já faz algum tempo que me isolei do mundo político. Não conheço muito sobre o assunto e só conto a minha humilde ética de pseudo-instruído-civilizado. Isso está infinitamente abaixo do poder. E isso me conforta e acomoda, infelizmente.

O que vejo, aqui dentro de casa mesmo, é uma filhadaputagem de todos os cantos. Minha mãe é Assistentente Social em uma das cidades da Região Metropolitana de BH. Não é porque é minha progenitora, mas é uma das poucas pessoas que trabalha num órgão público que conheço que ainda possui uma ética foda e tá afim de melhorar as coisas pra alguém. Vez por outra a encontro puta com alguém que insiste em avacalhar um projeto fodão que ela fez, por pura politicagem. Medo de perder um posto importante por não ser capaz de ser tão grandioso como ela no trabalho. E aí o poder fala mais alto. E a corda queima do lado mais fraco, sempre. Jamais importa o coletivo, e sim o doméstico. E nesse sentido São Paulo não me assusta nem um pouco. Se eu não tivesse o que comer, e ouvisse “10 milhões” pra tudo quanté bolso de deputado na TV eu faria bem mais.

Só não sou dos demagagos, dos que só vêem defeito e dos que não demonstram o que pensam de nenhuma forma. Quando disse que me isolei da política foi justamente pra tentar ver a luz boa das coisas, tentar fazer (e não pregar somente) o bem e crescer sem ter que pisar em ninguém. Tento acreditar nas coisas que julgo boas e lutar por elas. Senão boas, que valham a pena de algum modo e queriam ser melhoradas. Acho importante fazer minha parte, e dela tenho vivido bem. Furar fila, lixo no chão, bom dia, obrigado, por favor, levantar pro velhinho sentar e algumas outras que só aparecem em determinados momentos, saca? Acho melhor fazer uma simplicidade sincera do que querer ser grandioso e vazio.

Incomodou a caixola & Lava roupa todo dia & Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 17 May 2006 2 Comments

Cultura Intergalática Inútil

Pé na LuaA Internet nos oferece zilhões de coisas pra quem não tem nada pra fazer. Partindo de jornais, passando por pornografia e chegando em inutilidades mil.
Eu tenho uma curiosidade tremanda pelo universo, e por tudo aquilo que está nele (isso sim é abrangência). Há bastante tempo eu, quando não tenho nada pra fazer vou pro site da NASA, e fico clicando pra ver se caio em algo interessante. Vez por outra isso acontece. É um divertido passa-tempo.

Um dos meus lugares preferidos no site é o NASA – Image of the Day Gallery. É a sessão de fotos do dia da NASA, onde eles publicam as fotos prediletas deles mesmo. Além disso, por lá tem várias outras sessões de fotos interessantes. Separei algumas aqui de meu maior agrado:

SuitSat-1 Floats Free – Foto do Satélite SuitSat-1 lançado em 3 de fevereiro de 2006. Parece um astrounauta, mas é o bichin.

New Spin on the Helix Nebula – Foto da Galáxia de Nebula. A foto de cima é como a Galáxia é “vista”. Na debaixo, é uma foto da composição dos componentes infra-vermelho emitidos por ela.

Astronaut Edwin E. Aldrin, Jr., lunar module pilot, walks on the surface of the Moon – Foto tirada em solo lunar pela expedição Apolo 11. E minha fantasia acredita que o homem foi sim à Lua.

Galaxy NGC 4013 – Foto da espinha dorsal da galáxia NGC 4013. Sensacional.

The North Pole of Venus – Foto tirada por radar do Pólo Norte de Vênus, com detalhes sensacionais de montanhas, vales, entre outros dos planeta.

Iridescent Glory of Nearby Planetary Nebula – Outra foto da Galáxia de Nebula. Essa foto se chama “Glória Írisdecente” pois ela tem uma incrível semelhança com um olho.

Massive Flare Erupts From Sun – Foto do Sol tirada pegando ondas de Raio-X emitidas por este distinto astro. Labaredas sensacionais.

Spirit’s First Color Photos of Mars – Foto bobinha, mas foi a primeira foto colorida do solo Marciano, o que julgo fantástico.

Global Callisto in Color – Foto de Calisto, uma das 16 luas de Júpiter. Callisto possui pontos brilhantes na sua superfície, o que dá a idéia de “cidades acesas” bacanuda.

Earth in Full View – Foto da terra. Me parece mais uma pintura, de tão foda.

Flashback: America’s First Spacewalk – Adoro essas fotos de capacete de astronauta. Essa aí é da primeira viagem americana ao espaço.

Reflections of the Moon – Foto da lua refletida no módulo lunar da apolo 17. Eu também adoro as fotos dos equipamentos! :P

A Moment Frozen in Time – Foto do nascer do sol, em Marte.

Além disso, a NASA mantêm outro site de fotos diárias. É o Astronomy Picture of the Day. Esse site tem um foco menos “coisas feitas pela NASA”, e pega fotos de outros ramos de pesquisa do mundo todo. Por lá, é difícil selecionar fotos específicas, mas 2 têm meu especial apego:

Earth at Night – Foto da superfície da Terra à noite.

A Sonic Boom – Foto do exato momento aonde um avião supersônico quebra a barreira do som.

That’s all folks! E como diria Buzz Lightyear: To the infinite, and beyonde!

Mamãe sou Nerd & dábliu-dábliu-dábliu Diogo Freire 11 May 2006 2 Comments

Eterna Guerra

Há algum tempo não posto nada de cunho nerdonho aqui. Chegou a hora.

Aqui no trampo tava com um problema ferrenho já algum tempo. Tratava-se de uma ação de fechar um pop-up aberto, travando todo o Firefox (no IE funcionava normalmente), quando o usuário clicava em um botão. O negócio é que esse pop-up tava recheado de Ajax. Só pra ser rápido, a grosso modo, o Ajax é o que permite criar sites que mudem de conteúdo sem recarregar a página. O Gmail e o Flickr são grandes exemplos de sites que aplicam ele.

O ponto que quero chegar é o de solução brema. Após uma ajuda do Google, por uns 5 minutos, e aqui estava ele:

Bugzilla Bug 267286 – A window.close() statement in the XMLHttpRequest object onload event in a dialog window will make firefox crash [@ nsEventStateManager::PreHandleEvent]

Isso é colírio nos olhos para um programador. Um problema explicado, comentado e resolvido. E isso sim é ducarái. Eu e Medeiros já falamos um bucado disso no Café no Podcast #2. E isso é um problema antigo, que dá uma briga sensacional entre os sistemas fechados (principalmente Micro$oft) e os sistemas livres.

No mundo free existe humildade. Os responsáveis pelo software assumem o erro publicamente e tentam consertar. Enquanto não solucionam, te falam como fazer uma gambiarra pra resolver, e o troço funciona numa lindura só.
Vou parar por aqui me ater no cárater informativo, pois essa é uma discussão antiga, desde o tempo que o Bill Gates ainda pegava ônibus.
O portal de Bugs para o Firefox é: http://www.bugzilla.org/
O portal de Bugs para o Internet Explorer é: Não sei, depois de uma busca de 15 minutos.

Conclua o que quiserem, buddies!

E eu quero mais é que o Internet Explorer se exploda.

Lava roupa todo dia & Mamãe sou Nerd & Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 10 May 2006 1 Comment

Ducarái! :P

Pra quem não põe Fé na computação gráfica brasileira, gosta de animas, psicodelia e coisas fodonas: Tyger

Incomodou a caixola Diogo Freire 08 May 2006 1 Comment