Archive for October, 2006

Chico Buarque – Carioca

12006050601425415chicog.jpgDia 14 de outubro lá pelo fim do dia eu me cheguei num lugar chamado Tom Brasil, em São Paulo, acompanhado do Thaís Pacheco e Iza Freitas e munido de ingresso para o show Carioca, do sir Chico Buarque.

Fui lá esperando ver o Chico que eu conhecia, na minha pouca porém interessada cultura sobre esse distinto ícone. Aquele Chico da época da ditadura, que protestava com a sua voz ruim mas com sua inteligência magistral, cantando alguns hinos, relembrando a nossa história ali ao vivo e tudo mais. Tudo bem que eu não tive o que esperava, mas não me senti nenhum um pouco onerado pelo Chico romântico que lá presenciei. De um jeito bem simplista: Puta que pariu! Que show foda!! :D

Como músico já ouvi muito se falar sobre carisma, talento e presença. Até então não tinha visto ninguém que representa tão bem essas três idéias sem ao menos precisar se mover. Chico Buarque faz o show inteiro parado, em pé nos mesmo 12,5 centimetros quadrados de palco que ele começou. Ele não conversa com a platéia (salvo pelo caso do sonho que ele contou), não reage a gritos histéricos de umas fãs mais acalouradas e também não conjuga nenhuma expressão corporal ou facial significativa. Mas ele de fato não precisa. O cara tem uma aura que faz o palco ficar pequeno. É hipnotizante. Eu não consegui materializar a figura na minha frente. O tempo todo parecia eu estar vendo o DVD do cara, de tão absurda a qualidade de som do show e de tão foda são os músicos que o acompanham.

Em tempo, das Neves Rocks!

Parece papinho de fã apaixonado, mas eu não o era e depois do show fiquei. Como disse ali em cima, eu não conhecia muito esse lado “para mulheres” dele. E depois que vi do que ele é capaz, recolho-me à minha insignificância. Ponho-me a perguntar se ele sabe falar tão bem sobre o interior das mulheres porque soube driblar a ditadura ou vice-versa. Mas isso é discussão pra mesa de bar! :P

Acho que está aí clara a minha recomendação. Tudo bem que você talvez não tenha uma amiga mais gente boa pra poder pegar um ingresso pra você e vai ter que sofrer na fila para vê-lo (como foi aqui em BH), mas vale a pena. É um show histórico, e você vai ter mó orgulho de contar isso pro seu neto metaleiro. Eu queria contar mais, mas tem coisas na vida que você precisa ver você mesmo, com os seus olhos que a terra há de comer.

O foda é que todo mundo tem um defeito. O dele é grave. Ele gosta do Lula. Vai entender…

Incomodou a caixola Diogo Freire 31 Oct 2006 2 Comments

Viva! Viva! Viva!

mshrek3newfull.jpgEu adoro essa brincadeira de filmes infantis politicamente incorretos. Esse filmes que tinham tudo pra ser de criança pois têm a liçãozinha de moral que criança gosta, mas é muito mais legal quando você é impuro. Dentro dessas vão Madasgascar e Era do Gelo, entre outros.

Eu adoro Shrek. Os filmes são muiiitto bem feitos e zuados, além de váááárias cenas memorávies. E hoje vi o novo poster do Shrek 3 (Shrek the Third), que é esse aí do lado. Perfiladas estão Cinderela, Branca de Neve, Princesa Fiona, Rapunzel e Bela Adormecida a lá Power Rangers. Isso promete, na minha humilde porém sincera opinião.

Pelo que sei, o terceiro continua o segundo, como Shrek sendo Rei de Far Far Away. Lá pelas tantas ele e Fiona resolvem ir atrás do verdeiro herdeiro do trono do Rei que virou sapo. Nessa bagaça toda o Príncipe Encantado dá um golpe de estado e a bagunça se instala. Ainda presentes os grandes fodões do filmes que atendem por Burro Falante e Gato de Botas.

Pelo que vi por aí já tão produzindo o 4, que será um dedicado à história do Gato de Botas, o que pode ficar assaz bacana.

Shrek the third estréia dia 18 de maio nos States. Que venha LOGO!

Banzaaaaaaiiiiii….

Sétima Arte Diogo Freire 27 Oct 2006 1 Comment

Provérbio #28 e #32

Aquelas frases que a gente nunca espera ouvir numa terça à noite:

Mas Diogú, o que mais a gente vai ter  na vida é oportunidade pra testar a nossa paciência

e

O nosso (meu e do falante) problema é que a gente quer interferir. Num é bem assim…

Incomodou a caixola Diogo Freire 24 Oct 2006 3 Comments

Triste Notícia

Quando eu falo que celular é uma praga, ninguém acredita. Por isso que odeio engenheiro de telecom.

Praça do Celular
Claro vai ocupar o lugar onde funciona A Cafeteria e fechar o círculo formado pelas operadoras no coração da Savassi

Link duplicado do Jornal Estado De Minas. O original pode ser encontrado em:

http://www.uai.com.br/emonline/estaminas/cadernos/economia/193306.html

E agora? O que serão dos nossos fins de domingo, gód demit!?

Lava roupa todo dia & Não coube em nenhuma outra & Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 24 Oct 2006 3 Comments

Monty Python em Busca do Cálice Sagrado

Monty Phyton é, sem dúvida, a melhor prova que o inglês britânico não é lá tão sem graça. Pelo menos eles não são. Mas eles podem ser exceções. Tudo bem que os caras são uns baita pastelões, mas eles são muito bacanas.

Em busca do Cálice Sagrado conta uma história modificada de Rei Arthur, aquele, filho de Uther Pendragon, rei da Inglaterra que tirou a espada da pedra. No filme, ele reune cavaleiros e sai em busca do Santo Graal, em uma missão dada por Deus em pessoa.

O filme é tosco. Do melhor jeito possível. É tão bem feito que em certas horas você não sabe se a toscura foi proposital ou por falta de recursos financeiros. E esse ar é foda. Cada um dos cavaleiros tem um cavalo imaginário e um assistente que vem batendo coquinhos fazendo os “pocotó-pocotó″. A luta entre Arthur e o Guardador da Ponte é uma das cenas mais absurdas de idiotas que já vi. Uma discusão entre o Rei e um camponês socialista te colocam um diálogo surreal e sensacional. O monstro mais terrível do Universo ser um coelhinho é fenomenal. Fora isso tudo, a forma de provar que uma bruxa é uma bruxa é ridícula. E o pior é que funciona. Muito ducaralho!

Além disso, eu não sabia que a arma mais foda do Worms – a Holy Grenade of Antioch – vinha daqui. Eu adoraaaavvaa explodir minhoquinhas com ela. :D

A galera do Monty Phyton é sensacional em fazer joguetes com momentos do tempo. O filme acaba de uma forma tão absurda que dá revolta. E eles sempre são assim: pastelões no padrão Monty Phyton de ser. Basta dar uma buscadinha no You Tube pra ver o quanto eles são bons na arte de ser idiotas. (Recomendo o The Funniest Joke in The World).

monty_python_calice_sagrado.jpgO filme é muito bacana. Recomendo de com força. Nota +71 pra ele.

Monty Python em Busca do Cálice Sagrado
Título Original: Monty Python and the Holy Grail
Diretor:
Terry Gilliam, Terry Jones
País: Inglaterra
Ano: 1975
Elenco: Eric Idle, Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Terry Jones

Sétima Arte Diogo Freire 24 Oct 2006 2 Comments

Kill Bill – Vol. 2

De posse da sapiência da continuação daquele que era o Vol. 1 assisti o Kill Bill 2. Aquele que terminaria o 1, e não continuaria. Enfim.

A melhor definição de Kill Bill 2 é, sem dúvida, é bom mas não é. Não é bom quando comparado ao primeiro, que tem muito mais ação e cenas emocionantes. Te dá mais tesão cinematográfico. O segundo volume se propõe a explicar o primeiro. E aí ele é foda. Explica tudo bunitinho. É com uma explicação assaz bacana. Além de trair a percepção que você possuia no primeiro.

O filme é foda nos quesitos técnicos, assim como o 1. A atemporalidade de Tarantino te confunde de uma forma boa. Os atores também dão show.

Os apíces vão pra Beatrix Kiddo dando uma de Pai Mei com a California Mountain Snake subsequente à luta das duas. Dá desespero. O início do filme também é bem bacana. Uma é foda!
killbill2.jpgO ponto fraco é a impossibilidade física do desenterro de Kiddo. Pro enredo do filme é edificante. Mas é impossível fazer da forma que ela fez.

Eu esperava um pouco mais. Mas mesmo assim o filme é fodão. Merece um +87 pela sequência.

Kill Bill Vol. 2
Diretor:
Quentin Tarantino
Ano: 2004
Elenco: Uma Thurman, David Carradine, Lucy Liu, Vivica A. Fox, Chia Hui Liu, Michael Madsen, Daryl Hannah, Michael Parks, Bo Svenson, Jeannie Epper, Stephanie L. Moore

Sétima Arte Diogo Freire 24 Oct 2006 1 Comment

Quando tudo vira piada

Tudo bem. Eu não gosto do maldito Lula e ponto final. Mas tem coisas contra ele que são ridículas.

Ontem fui surprendido com a pergunta “Que dia é o segundo turno das eleições?” “29 de outubro” “De que ano” “Durrr…”

Aí você soma 29+10+6 (29/10/06) e tem 45. Você faz 29-10-6 você tem 13. E aí? Você vai somar ou subtrair nessa eleição?

Grotz né?

E ainda tenho que ouvir uma panfleteira me parar na porta da faculdade e dizer “Lula! Bom dia!”. Quer mais contradição numa frase só? Eu tô cagado de urubu mesmo…

Incomodou a caixola Diogo Freire 20 Oct 2006 2 Comments

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