Archive for November, 2006

Dos frutos de Jorge

O nosso saudoso Jorge rendeu-nos R$147.20 em quase quatro meses de vida. Entre várias moedinhas ele deixou um legado de felicidade e bom exemplo para todos, gerando inclusive alegria indireta.

Nessa brincadeira ficaram milhões de moedas, dos mais variados valores e cores, que foram organizadas em pacotinhos de 10 para auxiliar a contagem. Desde então tenho pago os busões com as mesmas, de posse da sapiência da escassez do produto moedas trocadas no mercado de transporte urbano. Alguns trocadores ao me verem já abre um sorriso feliz, sabendo que vou dar o fruto sagrado dos trocos para eles.

Hoje, entretanto esqueci as moedinhas e tive que pagar a minha vinda pra faculdade com uma nota de 5 reais, para um trocador que já estava feliz com a minha presença. A cara de decepção da figura foi memorável. Mas fazer o quê…

Apesar do prometido, o novo artefato cofrístico da minha mesa se chama Fariduska. É um fusca azul, com limpadores de parabrisa nos olhos, e de aproximadamente o dobro do volume do Jorge. Após a interação dos dois nesse último fim de semana, Jorge foi pra casa, e repousará no Hall dos porcos do mundo.

Em breve fotos do Fariduska e também acompanhamento da saga assim que tiver novidades.

Incomodou a caixola Diogo Freire 28 Nov 2006 2 Comments

Surrealismo

Hoje vivi uma das viagens sonhísticas mais louconas. Alguém aí já viu Waking Life?

Lá pelas tantas minha mãe entrou no meu quarto e eu acordei com ela me dizendo alguma coisa. Era de madrugada. Ela tentou acender a luz por várias vezes batendo no interruptor, sem sucesso. Ela disse que a luz tinha queimado, xingou alguém ou algo e saiu fora. Segundos depois olhei pra o meu celular e não conseguia ver as horas. Liguei as coisas e percebi que estava em um sonho.

Depois disso, intencionalmente, voei pela janela, torci um Ford Focus como se fosse uma toalha, agigantei a Jhade pra poder brincar de correria com ela, comi pão com ovo com Coca-cola pois tava com fome e pulei da Tower Bridge dentro do Rio Tâmisa. Voltei pra casa e fui dormir após (agora não intencionalmente) ouvir Toquinho cantando A Casa em algum ponto de som que eu não encontrava no meu quarto.

Eu não escolhi torcer o Ford Focus, nem qual dos meus gatos eu ia brincar, nem o rio o qual eu queria pular. Mas eu queria torcer um carro, brincar com um gato e pular em um rio.

Ter um relativo controle do seu sonho é ducaralho! Eu gostei assaz! :D

Incomodou a caixola Diogo Freire 28 Nov 2006 2 Comments

Vander Lee – Como se fosse o céu

399955-9486-cp.jpgDia 28 de outubro caí no Chevrolet Hall acompanhada da ex-semi-vanderlete Thaís. Fui lá ver esse distinto Belo Horizontino desfavorecido capilarmente, que eu já conhecia musicalmente. Eu gostava do trabalho do cara, mas eu ainda sentia que faltava alguma coisa.

Vander Lee é das antigas por aqui. Sempre foi um artista regional estourado. A sua idéia hora romântica hora cômica trazia um feeling bacana, além da sua simplicidade ao falar de cotidiano e amor. O cara sempre me agradou bastante, apesar de eu não ser um fã assíduo. Arranjos e idéias bacanas, e um potencial foda. Entre uns momentos a lá Djavan, o primo do Bruce Lee mostra uma voz tímida e fraca e uma simpatia bacana pra conquistar principalmente a mulherada mineira.

No show vi que o rapaz resolveu de vez mostrar a cara pra galera do Brasil varonil e adquirir um nível de show de turnê nacional. De posse da informação que esse show estava vindo de Canecão (RJ) e Via Funchal (SP) imaginei que viria algo de novo. E de fato Vander Lee sanou o meu “faltava alguma coisa” lá em cima. Amadurecimento de som, passagens e arranjos, além de uma produção transparente (ou seja, fodona) e músicos de alto nível (entre eles Marco Lobo [percurssão], Vinícius Augusto [metais], Thiago Correia [baixo] e o grande mestre Arthur Rezende [bateria]).

Gostei muito do que vi e pretendo me aprofundar mais no cara. Dentre todas aquelas coisas que a gente – músicos que vão pra show pra estudar acima de tudo – fica reparando eu me diverti um bucado. O cara é simpaticão e tem uma excelente interação com a galera. Show fodão, na escala Diogo de qualidade.

Fica a minha resalva pela casa. O show estava merecidamente lotado, mas podia ficar mais, uma vez que algumas pessoas comentaram comigo que queriam ir mas a grana tava curta. Enquanto o Chevrolet Hall continuar pedindo o que pede nos ingressos a gente sempre vai ter essa sensação de que poderia ter mais gente nos shows que se perfazem por lá. E eu só acho que os artistas desanimam. Mas vai saber né…

Viva a Música! Diogo Freire 23 Nov 2006 1 Comment

Dica #7

Pra quem precisa fazer aquela documentação, monografia ou texto gigante e não quer perder tempo, existe o LaTeX (lê-se “latec”). Nada de briga com formatações, citações, nota de rodapé, cabeção e paginação. Como toda proposta fodona que se preze, exige uma dedicação pra aprender. Mas existem bons manuais para idiotas pra você aprender. Rola uma travada no início, mas com o tempo a coisa flui. E já ouvi falar que ele tem um módulo ABNT, que em breve descobrirei.
Já ouvi falar muito bem. Li a respeito e me empolguei. Vou brincar e dou notícias.

Incomodou a caixola Diogo Freire 23 Nov 2006 No Comments

Ossos do Ofício versão SP

- Diogo! Tive que mudar a pasta que você publicar a página.

- Tranquilo cara. Onde que você vai colocar?

- Vou colocar em [endereço da página].

- Beleza! Tá funcionando direitinho!

- Jóia. Vocês vão ter que fazer alguma alteração no site hoje?

- Não. Só segunda.

- Perfeito. É que o meu servidor tá meio “curintiano” e não tá acessando o lugar certo. Dou um jeito te passo os dados na segunda.

Lava roupa todo dia & Ossos do ofício Diogo Freire 17 Nov 2006 No Comments

Reflexo da Alma

Tendo em vista que para uma pessoa comum um carro comum possui três retrovisores (um na esquerda, um interno, e outro na direita), dar-se-á o seguinte diálogo:

T: Eu não entendo pra quê que esses adesivos de ambulância são ao contrário. Só pra dificultar a leitura?
Diogo: Não. É porque o espelho inverte.
T: Pois é. Mas quem vai colocar uma ambulância na frente do espelho pra ficar lendo isso?

Lava roupa todo dia & Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 14 Nov 2006 1 Comment

Memórias póstumas de Jorge

Nesse fatídigo dia venho a todos comunicar o acidente acontecido com Jorge. Esse feliz porquinho apresentado no Post Economias Porcas hoje sofreu uma fratura exposta na costas ao se alimentar, em um ferimento irreversível.

Esse post é uma humilde, porém sincera homenagem a esse grande companheiro.

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Lava roupa todo dia & Não coube em nenhuma outra & Pô! Peraê, carambola! Diogo Freire 09 Nov 2006 5 Comments

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