Archive for February, 2007

Raja Gabaglia

Eu sei que não sou nenhum engenheiro de trânsito, mas as alterações realizadas pela BHTrans na região da Raja Gabaglia que dá acesso ao Buritis não foram lá das boas.

Antes de colocarem os sinais da descida em funcionamento o trânsito havia melhorado bastante. Ontem, com o funciomento completo da mudança, o trânsito ficou embananado até umas 19h30, mais tarde do que o normal.

Espero que exista alguma idéia para “a longo prazo” aí.

Lava roupa todo dia Diogo Freire 28 Feb 2007 1 Comment

História computacional

Levenez é um cara que gosta de fazer diagramas de história da computação.

Me impressionaram os diagramas da história do Windows e da história das Linguagens

Mamãe sou Nerd &dábliu-dábliu-dábliu Diogo Freire 26 Feb 2007 No Comments

Revogação a Hawking

Fran de Aquino diz ter conseguido bloqueado o campo gravitacional.

Eu só acredito vendo.

Era pra entender? &Mamãe sou Nerd &dábliu-dábliu-dábliu Diogo Freire 26 Feb 2007 No Comments

Apocalypto

Antes de mais nada, eu sou um apaixonado pela história em geral, em particular, tenho uma queda pelas grandes civilizações andinas. Maias, Astecas e Incas. Eles eram muito evoluídos, inteligentes e respeitosos pro meu gosto. E ponto. Além disso acho que fidelidade e respeito à história são sagrados. Pelo menos pra mim, que acho essa ciência algo de suma importância.

Eu acho que tem exagero e tem realidade. No caso de Apocalypto é difícil questionar, mas acho que não precisa de tanto. Não é sangue, é vísceras mesmo. Cabeças cortadas, corações, multilações. É pegar pesado demais. Que a história pode ser verdadeira, vá lá. Mas precisa de tanto pra contar a idéia?

Bom. Apocalypto trata da captura de uma tribo indígena não indentificada pelos Maias, para sacrifícios, venda, e assim vai. Comércio escravo e matança. Metade do filme é isso, praticamente. A outra é uma das perguissões a pé mais sensacionais que se tem notícia na minha curta cultura cinematográfica. O desenrolar das ações tem um desencadeamento foda. Mas dúvido que alguém consiga fazer tudo o que Jaguar fez com um buraco daquele tamanho do lado da barriga.

Lá pelas tantas o filme é muito bom. Muito bom mesmo. Mesmo reclamando de tanta carnificina, ela serve pra te impressionar, te pôr medo e angustiar. Impressiona a crueldade da realidade. Mas é uma linda história de amor e superação.

Apesar de reclamar eu dou um +43 pra ele. O filme não é ruim. É excelente na verdade. Só um cadin exagerado. E eu sou chato. O porquê eu já disse na primeira frase.

Apocalypto
Diretor: Mel Gibson
País: Estados Unidos
Ano: 2006
Elenco: Rudy Youngblood, Dalia Hernandez, Jonathan Brewer, Morris Birdyellowhead, Carlos Emilios Baez, Ramirez Amilcar, Israel Contreras, Israel Rios

Sétima Arte Diogo Freire 23 Feb 2007 2 Comments

Uma noite no museu

Pastelões! Oh, pastelões, com lições de moral. Aqueles filmes que você não precisa de cérebro. Bons! Bons filmes!

Ben Stiller. O rei das comédias sem graça, num filme normal, digno da sua presença. Não me entendam mal: O filme é bom. É uma grande bobagem! Dá margem a idéias sensacionais. É um excelente Sessão da Tarde.

O filme se passa em Nova York, no Museu de História Natural. Ben Stiller precisa de um emprego e vira segurança lá, no meio a uma crise familiar, com um filho decepcionado. É lógico que você já sabe que ele vai deixar o filho com o orgulho no final. Mas, o que importa, é que tudo ganha vida no museu à noite. O T-Rex, os leões, todos os seres da história, e assim vai.

O legal é que você pode ver encontros de cowboys com romanos, homens das cavernas com extintores de incêndio. A tecnologia do carrinho de controle remoto a favor da domação do T-Rex, entre outras coisas. E o Totem rouba a cena na cena clímax do filme:

Easter Island Head: [shouts] Quiiiiieeeeeeettttt!
[
silence]
Easter Island Head: My dum dum wants to speak.

Vale a pena pegar a mulecada e se divertir. +18 pra ele. Nada demais, mas é isso aí.

Uma noite no museu
Título Original:
Night at the Museum
Diretor: Shawn Levy
País: Estados Unidos
Ano: 2006
Elenco: Ben Stiller, Robin Williams, Dick Van Dyke, Patrick Gallagher, Carla Gugino, Alex Castillo, Jake Cherry, Martian Christopher, Pierfrancesco Favino, Rami Malek, Mizuo Peck, Darryl Quon

Sétima Arte Diogo Freire 23 Feb 2007 1 Comment

Dançando no escuro

Essa onda de cantoras-atrizes, ou vice-versa, me assusta um pouco. E esse filme tem a Björk como protagonista. A Björk. Aquela dos clipes loucos, que ela chuta um pneu que sai voando e talz. Mas ela faz a excessão e faz um filme que é assaz bom!

Dançando no Escuro é a história de Selma, uma tchecoslováca (hã! de 4a.!) que vai pros Estados Unidos atrás de uma vida melhor. Selma tem uma doença nos olhos que faz com que cada vez mais ela fique mais cega. Sabendo que o filho também terá o mesmo problema Selma começa a trabalhar duro, numa fábrica perigosa pra uma cega, para juntar dinheiro para operar o menino, numa das melhoras demonstrações de amor materno do cinema, na minha opinião.

Quando tava já com uma quantia razoável Selma é traída e acaba por cometer um grade erro num ato de desespero. E aí a coisa fica sensacional. Triste, mas sensacional.

O filme é uma história extremamente emocionante, tensa, e com um final profundamente triste, que Björk faz com excelência. É importante dizer que, como cantora que é, Björk (ou provavelmente o diretor) intercala vários momentos musicais durante o filme, o que o torna um pouco maçante vez por outra. Mas a idéia ajuda a ambientar a imagem sonhadora da mãe Selma.

Nota +38, imendando que não é um filme pra qualquer hora, e sim pra aquele dia que você tiver tranquilinho , pra ver um filme forte e jogar um pouco de taquicardia no coração.

Dançando no escuro
Título Original:
Dancer In The Dark
Diretor: Lars Von Trier
País: Estados Unidos
Ano: 2000
Elenco: Björk, Catherine Deneuve, Jean-Marc Barr, Peter Stormare, David Morse, Vladan Kostig,Stellan Skarsgard, Cara Seymour, Udo Kier, Zeljko Ivanek

Sétima Arte Diogo Freire 23 Feb 2007 No Comments

O Diabo veste Prada

Vá lá! Eu não sabia o que era Prada. Eu por acaso seria obrigado a saber? Mas isso não faz a mínima diferença para o filme. :D Talvez você possa impressionar alguém tão ignorante como eu. Mas isso será difícil.

Lá fui eu assistir a isso esse filme sobre um universo que eu não me importo, sem nenhum preconceito. Já que todo mundo falou bem, merece a atenção.

O diabo veste Prada é a história, pelo que me disseram, da editora da Vogue, que é chamada de Runaway pelo filme. O enredo é o de uma menina “feia” (pros padrões da moda), que é altamente competente, e que precisa de um emprego. E lá vai ela trampar com a mulher mais fodona e insuportável do ramo, a tal Miranda Priestly (Meryl Streep).

O filme é sensacional. Gostoso de ver, gostoso de deglutir. Todas as atuações são sensacionais. Você sofre pela garota e acaba simpatizando com a nojenta da chefe. Talvez não mostre quase nada do que é o mundo da moda de fato. Concorrência, arrogância, traição, etc., mas te dá uma boa idéia. É uma história muito divertida, onde Meryl Streep domina o filme o tempo inteiro, sem deixar brecha pra ninguém. É minha favorita ao Oscar de melhor atriz por conseguir exalar a essência do personagem e nos fazer ter ódio dela.

A outra indicação ao Oscar para esse filme vai pelo figurino. Sei lá. Eu gostei. Gostei da forma como tudo é apresentado e da caracterização e evolução de Andy, a tal mocinha. Às vezes acho que alguns filmes são indicados pela sua natureza. Moda, figurino, talz. Mas eu não tenho nenhum conhecimento da parada, entonces.

Ah! Gisele Bundchen é completamente dispensável no filme. Só serve pra falar que a Top Model mais foda do mundo e do Brasil participou de um filme sobre o mundo o qual ela reina.

+76, com louvor e fortes recomendações. Agora você só pode assistir em casa mesmo. Mas vale a pena. Pipoca,Coca-Cola e um sorvete, caso haja algum por aí, complementarão a diversão sem comprometer o filme.

O Diabo veste Prada
Título Original: The Devil Wears Prada
Diretor: David Frankel
País: Estados Unidos
Ano: 2006
Elenco: Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Rich Sommer, Simon Baker, Daniel Sunjata, Gisele Bundchen

Sétima Arte Diogo Freire 23 Feb 2007 No Comments

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