Archive for February, 2008

A vida como ela é #87

João: mas ela é pra casar também.
José: claro que é!!! afinal, só burros casam com mulheres ruim de cama.

Lava roupa todo dia Diogo Freire 28 Feb 2008 No Comments

1408

Antes de qualquer coisa, o John Cusack É FODA! FODA FODA FODA FODA FODA! (ficou só negrito porque eu tô com preguiça de fazer letrinha piscando, pulando, crescendo na tela, entre outras.)

[Pausa: Vejam Quero ser John Malkovich]

[Despausa]

Filme de terror pra mim tem que ter três ingradientes: te deixar desesperado e apreensivo, ter pelo menos uma coisa sobrenatural e ter um final que acaba o filme (e não deixa abertura pra 19 continuações pra explicar possíveis coisas não explicadas). Eu não gosto de filmes de terror com banhos de sangue e gritaria. Os inteligentes e intrigantes sempre me dão mais desespero. E por isso pra mim eles são mais fodões.

Bom, 1408 não vai ser nenhum clássico. Um caçador de paranormalidades recebe um postal de hotel com os dizeres “Don’t stay in 1408″. Pronto. Taí o filme.

O cara chega no hotel e o diretor (Samuel L. Jackson, que aliás, também é foda) insiste pra que ele não vá pra o quarto. Mas ele tem que ir, afinal, é o trabalho dele. O diretor tenta convencê-lo do contrário de toda forma, mas ele não aceita. A partir daí são alucinações sucessivas, e viagens absurdamente legais. O quarto até tenta dar uma chance pra ele, mas ele vai em frente e quase se fode. E Cusack é 80% do tempo do filme.

O filme é foda. Te prende, dá vontade de quebrar a cadeira e socar a cabeça na parede. Acaba que no fim o papo é todo uma viagem interna ao próprio personagem de Cusack, Mike Enslin. Mas ele tá lá, inteirinho. Me deixou desesperado, tem uma sobrenaturalidade e Mike dá um fim ao filme. Tudo bem que depois disso tem mais coisa. Mas aí só sobre a sobrenaturalidade da brincadeira.

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Merece +34. Vale a pena pra você jogar um pouco de adrenalina corrente sanguínea. E você vai conseguir dormir.

1408
Diretor: Mikael Håfström
País: USA
Ano: 2007
Elenco:  John Cusack, Samuel L. Jackson,  Paul Birchard, Margot Leicester, Walter Lewi, Eric Meyers, David Nicholson, Holly Hayes, Alexandra Silber, Johann Urb, Andrew Lee Potts

Sétima Arte Diogo Freire 28 Feb 2008 No Comments

Hoje eu fico rica!

Tiger Woods que me desculpe, mas eu sempre achei Golfe uma atividade muito mais ligada a sorte do que à prática desportiva. O que dizer de um jogo onde você tem que acertar buracos que as vezes você nem vê com uma bolinha minúscula, sujeita à forças externas, como rajadas de vento, etc? Isso me parece muito mais sorte. É quase um Roda a Roda do Silvio Santos, onde dependendo da força que você gira, um determinado prêmio é ganho.

Hoje eu li uma notícia que só confirma esse meu “achismo”: um gosfista cego de 92 anos acertou um buraco a 100m com apenas 1 tacada. 1 tacada! 100 m! E cego!

Mandei um email para o velhinho pedindo que ele me dê um palpite para jogar na Mega-Sena. Se ele é cego e fez um ‘Hole in one’, por que eu não posso ganhar R$16 milhões essa noite?

Não coube em nenhuma outra Daphne Barros 27 Feb 2008 2 Comments

Tropa de Elite

Ebaaaa!! Passou a fase pop. Agora posso comentar à vontade, que as pedras serão menos e menores. Quanto ao enredo, eu pulo. Todo mundo já sabe do que se trata.

Eu acho ridículo gostar de Tropa de Elite do jeito que o país gostou. Não é um filme inteligente, bonito e nem gostoso de assistir. É uma realidade, mas uma realidade com uma visão que todo mundo queria ver. A realidade onde ninguém gosta mas respeita o bandido, de que ninguém gosta e não respeita a polícia. A realidade que precisa de um Super-Homem, um herói salvador que vem do além, que tem seus problemas de casamento e um filho pra criar. Um herói que podia ser eu, você ou qualquer um. A única diferença é que a partir do momento que nosso herói tem alguma coisa a perder ele tira a capa. E aí ele não é mais tão herói. Infelizmente o herói que é herói porque tem um pouco mais de moral, integridade e coragem do que os outros. O herói que faz o que todo mundo acha bonito fazer, desde que não seja com o seu filho, mãe ou amigo.

O filme é um filme foda, e eu tenho que tirar o chapéu. É lindo ver todo mundo se fudendo. É lindo ver quem tem que pagar pagando. Mas é triste ver que o único jeito de resolver parcialmente as coisas é mostrando como são feitas. Enquanto isso todo mundo acha graça e bonito – inclusive os maconheiros e cheiradores, que agora usam blusa do BOPE e acham a moda linda. É o POP. Ele não glorifica nada, só banaliza.

Infelizmente a uninimidade está acima da crítica e da análise profunda. Se alguém me falar que se refletiu sobre o assunto e mudou de atitude depois do filme eu faço a tortura da vassoura em mim mesmo. Pra mim, o filme é bom, bem feito e saciou meu lado sanguinário e justiceiro. Mas, na minha visão, ele foi inútil culturalmente e não merecia tanto. Quem tinha que prestar atenção na mensagem deu risada e achou graça. E quem já sabia daquilo tudo achou bonito mas não fez nada.

Por tudo o que ele é e vai ser, merece um +20. Mas dá pra ser menos e ser mais.

Tropa de Elite
Diretor: José Padilha
País: Brasil
Ano: 2007
Elenco: Wagner Moura, Caio Junqueira, André Ramiro, Milhem Cortaz, Luiz Gonzaga de Almeida, Fernanda de Freitas, Bruno Delia, Marcelo Escorel, André Felipe

Sétima Arte Diogo Freire 27 Feb 2008 1 Comment

Murphy #98

Ontem eu não trouxe guarda-chuva, mesmo com o dia aberto pela manhã. Choveu horrores na hora de ir embora.

Hoje eu trouxe guarda-chuva, mesmo com o dia aberto pela manhã. O sol tá rachando.

Sou chato mermo Diogo Freire 26 Feb 2008 1 Comment

Pro dia nascer feliz

Eu adoro documentários “Puta que pariu! Sensacional!”. Aqueles que realmente mostram uma coisa que vai te tocar de alguma forma. Documentam e ao mesmo tempo te mostram que o seu mundinho é muito menor que você pensa.

Pra quem não sabe João Jardim também dirigiu Janela da Alma, que já comentei aqui no blog. Como nesse filme, Pro dia nascer feliz aplica uma poesia às pequenas coisas que passam despercebidos aos olhos do dia-a-dia. O diretor pega 3 crianças como foco de estudo – uma menina duma pequena cidade do nordeste que passa perrengue pra estudar mas ama aquilo, um rapaz malandro do Rio de Janeiro que não se importa com a escola e quer pegação e uma menina rica de uma escola de elite em São Paulo cujo o maior problema é ser a nerdzinha que ninguém quer ficar.

O filme traça um paralelo sensacional entre educação, ambição e cultura. O cenário principal é a escola de cada um deles. E como pano de fundo temos o cenário de educação brasileiro. E é impressionante ver a diferença entres os casos estudados.

Eu tive a feliz oportunidade de ver o filme numa sessão de bate papo com o diretor. Entre discurso inflamados sobre considerações e politicagem de um vereador pentelho que não se toca que existe hora e lugar pra falar as coisas, o diretor foi muito esperto em deixar claro que a educação é pano de fundo do filme. A real intenção dele é mostrar as emoções e transformações dos adolescentes dentro da escola, e como essa pode afetá-lo. E ainda disse que o título do filme é justamente advindo da esperança de que, uma hora, alguém se toca e entende oTransformers quanto é importante ver os humanos que estão por trás do aluno.

Vá esperando muito. Você vai gostar. +53 pra ele.

Pro dia Nascer Feliz
Diretor: João Jardim
País:
Brasil
Ano: 2005

Incomodou a caixola Diogo Freire 26 Feb 2008 No Comments

Da espera

Não é um saco quando tudo o que você pode fazer é esperar?

Era pra entender? & Incomodou a caixola Diogo Freire 26 Feb 2008 1 Comment

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