A coisa é infindável e é por isso que eu a amo.

Esse fim de semana pela primeira vez tive oportunidade de ver coisas que eu nunca tinha ouvido nem visto ao vivo. Só nos discos e shows. Vi Big Band de Jazz de Nova York. Vi bluezistas com toda aquela pinta fodona. Vi cubano tocando Afro-Cuban Jazz a torto e qualquer direito. Vi gente cantando com uma voz que nunca tinha visto. Vi quinze músicos no palco dos mais variados países tocando o verdadeiro free-style jazz. Tive a oportunidade de sentar numa roda de Jazz com metalera, contra-baixo e bateria e ficar até de manhã ouvindo um monte de gente falando com sotaque de New Orleans e trocando as mais maravilhosas idéias com seus instrumentos, sem nenhuma sofisticação comercial.

É lá que eu quero chegar.